Detector de prompt injection
Confere se uma petição, um contrato ou qualquer anexo traz instruções escondidas para a inteligência artificial, como texto em branco, letra minúscula, texto invisível, recados nos metadados e caracteres ocultos, além de conteúdo codificado, como código Morse. A análise acontece no seu aparelho, e o documento não é enviado a lugar nenhum.
Conferindo o seu acesso…
O que o detector procura
No PDF, lê como a IA lê e compara com o que aparece na página. Aponta texto pintado de branco, letra abaixo de 2,5 pontos, texto desenhado em modo invisível, texto fora das margens, comentários e campos de formulário, metadados e código embutido.
No Word, aponta texto marcado como oculto, em branco ou minúsculo, inclusive em cabeçalho, rodapé, notas e comentários, além das propriedades do arquivo.
Em todo documento, procura recados endereçados à IA em português e em inglês, como ordens para ignorar instruções, falar com o modelo, esconder a própria instrução ou impor um resultado ao julgador, e também caracteres invisíveis, texto contrabandeado em caracteres de etiqueta e letras de outro alfabeto disfarçadas.
Aponta ainda conduta suspeita, que é conteúdo codificado ou disfarçado, algo que foge à linguagem dos textos jurídicos. Entram aqui código Morse, binário, hexadecimal, base64 e Braille, além de escrita invertida, ROT13, letras trocadas por números e letras separadas por espaços. O detector decodifica cada trecho e mostra o que estava escondido. Quando o conteúdo decodificado traz instrução à IA, o risco sobe para alto.
O resultado é um alerta para leitura humana, não uma conclusão. Texto branco sobre fundo escuro e petições que discutem o uso de IA podem gerar alerta sem haver fraude. A ferramenta segue a linha da Nota Técnica CIJMG nº 19/2026.